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Infinitas puertas abiertas

Bem-vinda/o

Infinitas portas abertas, etnografía do encontro 

A casa é do tamanho do mundo; melhor dito, é o mundo.

Borges 

Dizemos adeus a Árvore adentro e apresentamos Infinitas portas abertas

Abrimos o espaço para refletir e partilhar experiências de um encerramento forçado por uma doença nova, desconhecida e, eventualmente, mortal, que levou países inteiros e, com isso, suas instituições de Educação Superior, fechar suas portas e suspender suas atividades presenciais. Nós queríamos, em Árvore adentro, resgatar as vivências pessoais e as reflexões íntimas daquele mundo que, na medida do possível, teve de ficar longe das conversas, da descoberta, e do passeio tal e como se pensava.

Após os meses de encerramento se apresentam novas circunstancias, e se espera a possibilidade do regresso a uma certa normalidade. Com esse fechamento de ciclo, fechamos também este espaço que tanto nos enriqueceu. Vamos começar um novo projeto que vai nos permitir narrar esse momento que se vive, cheio de perguntas e incertezas sobre o que vem a continuação.

Logo de ter partilhado em Árvore adentro um dos trajetos mais relevantes da nossa história, a reclusão feroz que cresceu proveitosamente, deixamo-nos ser canalizados pelas Infinitas portas abertas, das que Borges escreveu em “La casa de Asterión”, para lhes receber com o fim de convidá-los novamente nesse segundo itinerário histórico: o encontro com a incerta saída. Mais uma vez, sejam bem-vindas e bem-vindos ao labirinto. 

Infinitas portas abertas, etnografía do encontro
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